Turbinas de condensação – O coração das termoelétricas

Em nosso post anterior, falamos sobre as turbinas rebaixadoras de pressão, que nada mais são do que turbinas de contrapressão. Neste tipo de turbina, o vapor que entra na máquina tem sua pressão e temperatura rebaixados, ou seja, há uma queda entálpica, e dessa queda entálpica e da respectiva expansão do vapor, se extrai a energia que movimenta o eixo rotor.

Quanto maior a diferença entre a entalpia do vapor que entra, e a entalpia do vapor que sai da turbina, maior a energia aproveitada. Porém, na maioria dos casos, quando esta queda entálpica não é tão grande, a eficiência global do ciclo pode ser comprometida, e não se aproveita toda a energia do vapor que poderia se aproveitar.

No caso das turbinas de condensação a vácuo este problema é contornado, pois o vapor sai da turbina a uma pressão negativa, ou seja, inferior à pressão atmosférica.

Dessa forma, a queda entálpica, o seja, a diferença entre pressão e temperatura que entra na turbina, e a pressão e temperatura que sai da turbina, é bem maior, o que proporciona um melhor aproveitamento da energia contida no vapor, e consequentemente uma maior eficiência global do ciclo de geração de energia.

Para usinas termoelétricas e aplicações onde a única finalidade é a geração de energia elétrica, esse tipo de turbina é o indicado.

E continuando sobre o ciclo do vapor neste sistema, após ele ter sido expandido no interior da turbina, sai sob vácuo para o condensador, onde há troca térmica em contato com os tubos por onde circula água fria. Dessa forma, o vapor se condensa, retornando à fase líquida e sendo bombeado de volta à caldeira, onde todo o ciclo se reiniciará. Apenas a título de curiosidade, este ciclo é chamado de ciclo Rankine.

As turbinas de condensação Wórtice da linha WXC atendem com eficiência e baixo custo operacional a esta modalidade de geração, sendo o estado da arte em eficiência.

Aplicadas no acionamento de geradores de energia, possuem a melhor relação de consumo de vapor (kgv/kWh). O conjunto é integrado e montado sobre skid único, ocupado pouco espaço na instalação.

Quando aplicadas em sistemas de cogeração, possuem extração, que direciona parte do vapor ao processo nas condições requeridas, sendo o restante do vapor condensado e retorna à caldeira.

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